O avanço da digitalização ampliou de forma significativa o volume de dados nas empresas, mas isso não tem garantido melhores decisões. Em muitos casos, a tecnologia evoluiu sem o devido alinhamento com processos e objetivos estratégicos.
Para contextualizar:
- O volume de dados global está crescendo de forma exponencial, estimado em 200 zettabytes até o fim de 2025 — o equivalente à memória de 200 bilhões de computadores de 1 TB cada.
- Esse crescimento inclui dados provenientes de nuvens, dispositivos pessoais, sistemas corporativos e IoT.
Nos últimos anos, muitas organizações passaram por uma corrida tecnológica pressionadas pela promessa de decisões orientadas por dados. Porém, a digitalização frequentemente antecedeu a maturação dos processos de gestão de dados, gerando registros que não respondem às perguntas de negócio.
Em seu novo artigo, o diretor de Tecnologia da Falconi, Marcos Silva, analisa por que, na era dos 200 zettabytes, vantagem competitiva não está na quantidade de dados, mas na clareza sobre quais informações realmente importam. “A pergunta central para qualquer organização não é ‘qual sistema adotar?’, mas ‘qual informação é essencial para competir melhor?’“, explica o executivo.
