A indústria vive um momento em que eficiência e resultado dependem menos de promessas tecnológicas e mais de escolhas bem feitas e execução consistente. O uso de IA, digitalização, gestão de ativos, cibersegurança e agenda climática só gera valor quando parte de um diagnóstico profundo, indicadores claros e integração entre estratégia, operação e liderança, transformando custo invisível em previsibilidade, resiliência e competitividade.
Ao longo do ano, ficou evidente que fazer bem o básico continua sendo o principal diferencial para enfrentar um cenário de juros elevados, maior competição e adaptação regulatória. A indústria inteligente combina disciplina operacional, governança e liderança para transformar ambição em resultados sustentáveis, comenta André Chaves, vice-presidente da unidade de negócios da Falconi especializada em Indústria de Base e Bens de Capital.