A inteligência artificial deixou de ser promessa e passou a ocupar lugar central nas estratégias das empresas, mas isso não tem se traduzido, na mesma proporção, em resultados concretos. A adoção acelerada da tecnologia, muitas vezes desconectada dos problemas reais do negócio, tem gerado uma “inflação de IA”, com iniciativas sofisticadas do ponto de vista técnico, porém frágeis na captura de valor econômico e no impacto sobre decisões e desempenho.
As aplicações que efetivamente geram resultado seguem outra lógica: começam pelo problema, integram-se aos processos críticos e atuam como apoio direto à decisão e à execução. O próximo estágio de maturidade da IA exigirá menos discurso e mais governança, clareza de impacto e integração entre pessoas e tecnologia, comenta Breno Barros, CTO e VP de Soluções Digitais da Falconi.