Em artigo para o Valor Econômico, Alexandre Ribas, CEO da Falconi, analisa como a valorização da prata reflete um desequilíbrio estrutural entre oferta e demanda, impulsionado pela transição energética, eletrificação e digitalização da economia. Cada vez mais usada como insumo industrial crítico, a prata ganha protagonismo em cadeias produtivas estratégicas, enquanto a oferta permanece limitada por restrições estruturais e anos de subinvestimento.
Nesse contexto, o metal deixa de ser apenas uma commodity abundante e passa a exigir uma gestão mais estratégica das cadeias de suprimento. Inovação, eficiência no uso, reciclagem e novos modelos de abastecimento tornam-se diferenciais competitivos para empresas inseridas na nova economia elétrica.