A diretora da unidade de Educação e Sustentabilidade da Falconi, Izabela Murici, analisa como o ESG deixou de ser discurso para se tornar um fator direto de competitividade. Em artigo publicado no Um Só Planeta, a especialista destaca que, embora haja avanços reais na integração da sustentabilidade às operações, ainda existem lacunas entre o que as empresas comunicam e o que efetivamente entregam.
Principais pontos
- ESG na prática: a sustentabilidade vem sendo incorporada às operações, mas nem todas as empresas avançam no mesmo ritmo.
- Pressão energética crescente: aumento do consumo, especialmente por data centers, intensifica desafios de eficiência.
- Risco climático: o novo ciclo de El Niño tende a pressionar recursos hídricos e custos de energia no Brasil.
- Competitividade: gestão eficiente de energia e recursos passa a ser fator decisivo de desempenho.
- Impacto financeiro: práticas ESG bem integradas geram valor e têm correlação positiva com retorno financeiro.
- Papel da IA: apesar de demandar energia, a tecnologia ajuda a otimizar processos e reduzir desperdícios.
- Diferencial competitivo: empresas mais avançadas são aquelas que transformam compromissos em resultados mensuráveis.
