A adoção de inteligência artificial tem avançado rapidamente, mas ainda levanta mais dúvidas do que respostas nas empresas. O principal desafio não está na tecnologia em si, mas na falta de clareza sobre como utilizá-la para gerar valor. Em um cenário de forte pressão por inovação, muitas organizações ainda tomam decisões baseadas no entusiasmo do momento, sem uma ambição digital bem definida.
Nesse contexto, o ponto de partida passa a ser estratégico. Antes de investir, é necessário definir objetivos claros, mapear etapas da transformação e entender os riscos e retornos envolvidos. A governança de dados também ganha protagonismo, funcionando como base para qualquer aplicação mais avançada. Sem estrutura consistente de dados, iniciativas em IA tendem a não escalar ou gerar resultados sustentáveis.
A análise é apresentada pelo CEO da Falconi, Alexandre Ribas, em participação no programa NegNews, da Época Negócios, no qual destaca que a transformação com inteligência artificial exige equilíbrio entre ambição e execução, com visão de longo prazo e disciplina na tomada de decisão.
