A Falconi segue comprometida com a melhoria da qualidade do ensino no Brasil, com abordagens que trazem resultados rápidos e que, comprovadamente, sustentam o resultado ao longo do tempo.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, divulgados nesta semana pelo Ministério da Educação, mostram avanços concretos em seis municípios onde atuamos nos últimos anos: Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Valença (BA), Angra dos Reis (RJ) e Conceição do Mato Dentro (MG).
Todas avançaram em ao menos uma das etapas avaliadas. Os resultados são diferentes em escala e contexto, mas compartilham uma origem comum: gestão estruturada, com metas claras, monitoramento contínuo e foco em aprendizagem.

Resultados na prática:
Belo Horizonte
A capital mineira alcançou o melhor resultado desde 2017, com 6,2 nos anos iniciais, avanço de 0,4 ponto em relação a 2023, e 5,2 nos anos finais, com progressão de 0,5 ponto. A atuação da Falconi na Secretaria Municipal de Educação envolveu a estruturação de uma transformação sistêmica em mais de 630 escolas e mais de 192 mil estudantes. O trabalho abrangeu o desdobramento de metas individualizadas por escola com critério de equidade, com maiores avanços esperados para as unidades com pior desempenho, além da criação de um sistema centralizado de dados para monitoramento em tempo real e a análise de eficiência em um orçamento de R$ 1,2 bilhão.
Rio de Janeiro
A capital fluminense avançou 0,2 ponto nos anos iniciais, chegando a 6,2, e manteve os 5,2 nos anos finais, sustentando uma trajetória que, no ciclo anterior, havia levado o Rio da 14ª para a 8ª posição entre as capitais brasileiras e reduzido a evasão escolar para 0,3%. O trabalho da Falconi com a Secretaria Municipal de Educação envolveu o desdobramento de metas em uma rede com mais de 1.500 escolas e mais de 670 mil estudantes, a implantação de sistemas de monitoramento de aprendizagem e a formação continuada de gestores e técnicos. O resultado de 2025 consolida o que foi construído nos ciclos anteriores.
Recife
Com 5,8 pontos nos anos iniciais, avanço de 0,3 ponto, e 4,9 nos anos finais, com progressão de 0,1 ponto, a capital pernambucana também ganhou destaque entre as vizinhas nordestinas. A atuação da Falconi na secretaria municipal envolveu uma transformação cultural profunda: técnicos das regionais passaram de um papel de supervisão por cobrança para uma relação de parceria pedagógica ativa com as escolas. A rede adotou um dashboard unificado que consolida avaliações externas e indicadores operacionais em tempo real, permitindo intervenções rápidas e preventivas. No ciclo anterior, Recife havia alcançado o melhor Ideb histórico nos anos iniciais, atingindo a meta do Ministério da Educação estabelecida para 2021. Agora, repetiu o feito.
Valença, Angra dos Reis e Conceição do Mato Dentro
Entre os municípios de menor porte, Valença se destacou com o maior avanço histórico dentro de um ciclo entre todos os municípios acompanhados: 0,8 ponto nos anos iniciais e 1,0 nos anos finais. Angra dos Reis avançou 0,4 e 0,2, atingindo 6,1 e 4,7, respectivamente. Conceição do Mato Dentro registrou 6,2 e 5,0, com avanços de 0,3 e 0,2. Os três casos mostram que o modelo de gestão para resultados educacionais não é exclusivo de grandes redes. É replicável em qualquer escala, desde que haja compromisso da secretaria e estrutura de acompanhamento.
Vale ressaltar que existe uma tendência, quando se fala de educação pública, de buscar a solução em tecnologia, infraestrutura ou currículo. Esses fatores importam. Mas a experiência da Falconi nesses e em outros municípios mostra que o ponto de partida mais eficaz é estruturar a gestão da rede, com metas claras desdobradas em cada escola, rituais de acompanhamento que responsabilizam sem punir e técnicos capacitados para apoiar, não apenas supervisionar.
O Ideb é um termômetro, não um fim em si mesmo. O que esses números indicam é que municípios com gestão estruturada conseguem não apenas dar saltos pontuais, mas manter e ampliar os avanços ao longo dos ciclos. É essa sustentabilidade que diferencia uma boa gestão de uma boa sorte, e é nela que continuamos investindo.
Por último, vale ressaltar que esse compromisso não começa agora. Ao longo da sua história, a Falconi acumula mais de 150 projetos em Educação, distribuídos por todas as regiões do Brasil, do Norte ao Sul, em estados, capitais e municípios do interior, em redes de diferentes portes e realidades. Essa experiência nos permite afirmar, com base em evidência, que não existe atalho. A melhoria sustentável da educação pública passa, invariavelmente, por gestão bem-feita.
*Vinicius Brum é vice-presidente de Educação e Setor Público da Falconi