Publicado no Valor, o artigo do CEO da Falconi, Alexandre Ribas, defende que empresas não devem deixar a incerteza eleitoral paralisar decisões estratégicas. Segundo o executivo, a preocupação mais relevante não é apenas o resultado das eleições de 2026, mas como as organizações chegarão a 2027, um período que tende a exigir maior eficiência, produtividade e resiliência diante de um cenário econômico desafiador.
O texto destaca que melhorias em produtividade, redução de custos, fortalecimento comercial, geração de caixa e revisão de processos demandam tempo para produzir resultados. Por isso, adiar decisões à espera de maior previsibilidade política pode significar perder uma janela importante de preparação.
Entre as principais recomendações apresentadas estão:
- Focar nas decisões que independem do cenário eleitoral;
- Acelerar iniciativas de produtividade e eficiência operacional;
- Reforçar a geração de caixa e a gestão do capital de giro;
- Priorizar investimentos com impacto comprovado nos resultados;
- Transformar cenários e projeções em planos concretos de ação.
Ribas também alerta para o fator competitivo da incerteza. Enquanto algumas empresas aguardam definições políticas para agir, outras podem estar aproveitando o período para construir vantagens em custos, proximidade com clientes e qualidade de execução.
Para o CEO, organizações bem-sucedidas não são as que conseguem prever com precisão os movimentos econômicos e políticos, mas aquelas que se preparam antecipadamente para enfrentá-los. A principal mensagem do artigo é clara: a construção de 2027 começa agora.
