set . 2026 .

Estratégia não tem Calendário Eleitoral

Talvez não saibamos exatamente como será 2027. Mas já sabemos o suficiente para começar a agir. Esperar pode parecer prudência. Neste momento, pode ser justamente o maior risco. O ano de 2027 começa agora.

Estratégia não tem Calendário Eleitoral


Publicado no Valor, o artigo do CEO da Falconi, Alexandre Ribas, defende que empresas não devem deixar a incerteza eleitoral paralisar decisões estratégicas. Segundo o executivo, a preocupação mais relevante não é apenas o resultado das eleições de 2026, mas como as organizações chegarão a 2027, um período que tende a exigir maior eficiência, produtividade e resiliência diante de um cenário econômico desafiador.

O texto destaca que melhorias em produtividade, redução de custos, fortalecimento comercial, geração de caixa e revisão de processos demandam tempo para produzir resultados. Por isso, adiar decisões à espera de maior previsibilidade política pode significar perder uma janela importante de preparação.

Entre as principais recomendações apresentadas estão:

  • Focar nas decisões que independem do cenário eleitoral;
  • Acelerar iniciativas de produtividade e eficiência operacional;
  • Reforçar a geração de caixa e a gestão do capital de giro;
  • Priorizar investimentos com impacto comprovado nos resultados;
  • Transformar cenários e projeções em planos concretos de ação.

Ribas também alerta para o fator competitivo da incerteza. Enquanto algumas empresas aguardam definições políticas para agir, outras podem estar aproveitando o período para construir vantagens em custos, proximidade com clientes e qualidade de execução.

Para o CEO, organizações bem-sucedidas não são as que conseguem prever com precisão os movimentos econômicos e políticos, mas aquelas que se preparam antecipadamente para enfrentá-los. A principal mensagem do artigo é clara: a construção de 2027 começa agora.


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