Em um cenário de custos assistenciais elevados e competição crescente, as operadoras de saúde têm ampliado investimentos em tecnologia, inteligência artificial, expansão da rede própria e desenvolvimento de produtos mais alinhados às necessidades dos clientes. O objetivo é equilibrar crescimento, retenção de beneficiários e sustentabilidade financeira em um mercado com mais de 53 milhões de usuários de planos médicos.
As estratégias variam entre fortalecimento de portfólio, ampliação da presença regional, integração de operações e maior uso de dados para reduzir desperdícios, fraudes e sinistralidade. Além disso, iniciativas voltadas à eficiência operacional e ao relacionamento mais próximo com clientes ganham espaço como forma de aumentar previsibilidade e competitividade.
Nesse contexto, o vice-presidente da unidade da Falconi especializada em Saúde e Farma, Vinicius Brum, destaca que, após os impactos da pandemia, o setor intensificou a busca por eficiência operacional, fortalecendo mecanismos de controle e combate a fraudes por meio de tecnologia, análise de dados e inteligência artificial, tornando essas ferramentas elementos centrais para a sustentabilidade das operadoras.
